Quando o bullying começa dentro de casa: um alerta para famílias e escolas
No dia 7, data de conscientização sobre o bullying e o cyberbullying, o Jornal do Meio-Dia traz um tema urgente e necessário para a sociedade. A jornalista Lucia Prado conversou com a psicóloga Angela Testa sobre as causas e caminhos para enfrentar esse problema que vem crescendo.
Acompanhe a entrevista, reflita sobre o assunto e deixe seu comentário — sua participação também faz parte da mudança.
Principais pontos abordados na entrevista:
O bullying não começa na escola — muitas vezes, ele tem origem dentro de casa.
Crianças e jovens que praticam bullying podem estar reproduzindo o que vivem no ambiente familiar.
Situações como agressão, abandono emocional ou até a superproteção podem influenciar diretamente esses comportamentos.
Quem agride também pode estar sofrendo e precisa de atenção, não apenas de punição.
O silêncio de quem sofre bullying é um dos maiores desafios — é preciso observar mudanças de comportamento.
O esgotamento emocional de professores impacta o ambiente escolar e dificulta a mediação de conflitos.
Muitas famílias enfrentam dificuldades para lidar com as emoções dos filhos, o que agrava o problema.
A falta de preparo emocional, tanto de adultos quanto de crianças, contribui para o aumento dos casos.
A intervenção correta, com diálogo, orientação e apoio psicológico, é fundamental para prevenir e reduzir o bullying.
O problema não está só nas escolas — ele cresce em vários segmentos da sociedade.
Reflexão central:
Mais do que combater o bullying, é preciso entender suas causas e agir na base: a formação emocional dentro da família e o fortalecimento das relações.
🎓 Sobre a entrevistada:
Angela Testa é psicóloga, com atuação voltada ao desenvolvimento emocional e comportamento humano, trabalhando na orientação de famílias, crianças e educadores, com foco na prevenção de conflitos e promoção de saúde emocional.







