10 de setembro de 2021

Medo de faltar combustíveis gera filas e preços por litro sobem em Adamantina

Medo de faltar combustíveis gera filas e preços por litro sobem em Adamantina
Segundo o jornal Diário do Oeste, houve elevação repentina de R$ 0,10 por litro, em Adamantina.

A alta procura e o temor de uma eventual escassez na oferta do produto tiveram reflexo imediato nos preços. Na cidade, segundo divulgou hoje (10) o jornal Diário do Oeste, o motorista já paga mais caro pelo litro do combustível.

 

A reportagem constatou pelo menos R$ 0,10 de aumento no litro do etanol e R$ 0,05 no litro da gasolina. Na manhã de ontem a equipe flagrou o momento em que um dos estabelecimentos alterava os preços, com elevação de 10 centavos em relação ao praticado no dia anterior.

 

O Diário do Oeste fez um comparativo em relação aos preços praticados no começo do mês. Levantamento publicado pelo jornal no dia 1º indicava que o preço médio pelo litro da gasolina que era de R$ 5,71 na cidade. Ontem o combustível já era vendido com valor médio de R$ 5,87, alta de R$ 0,15.

 

Já em relação ao etanol, segundo o Diário do Oeste, no início do mês os estabelecimentos locais comercializavam o litro por R$ 4,14, enquanto ontem o preço médio praticado era de R$ 4,37, alta de R$ 0,23. Em um dos postos da cidade o litro do etanol foi comercializado ontem a R$ 4,57 e o da gasolina a R$ 5,95.

 

Do início do ano até hoje

A reportagem traz também o comparativo em relação aos valores que eram praticados no início do ano. Com os novos aumentos, no acumulado do ano os preços dos combustíveis tiveram aumento de 72,3% no caso da gasolina, passando de R$ 4,24 em média no mês de janeiro para R$ 5,86, e de 63,84% no litro do etanol, que era encontrado com preço médio de R$ 2,79 no início do ano e nesta quinta-feira tinha preço médio de R$ 4,37 o litro.

 

Procon de Marília notifica postos na cidade

O Procon de Marília deve notificar os donos de postos de combustíveis na cidade, por terem reajustado os preços dos produtos logo após a grande procura decorrente do início do movimento de paralisação dos caminhoneiros, na quarta-feira.

 

Segundo divulgou nesta sexta-feira o site Visão Notícias, o Procon de Marília recebeu cerca de 30 reclamações de consumidores, envolvendo diferentes estabelecimentos. Segundo o coordenador do órgão, Guilherme Moraes, os proprietários terão que apresentar toda a documentação de compra e venda dos combustíveis.

 

Se não provarem que apenas repassaram os aumentos fixados pelas distribuidoras, poderão ser multados. As multas podem ir de R$ 600 a R$ 9 milhões.

 

Fonte: Siga Mais

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